A Saneago abre a semana de campo do Projeto Biodiversidade e Cadeias Produtivas, com ações do Projeto Agroflorestal para Segurança Hídrica e Alimentar (Pasha). O objetivo central da iniciativa é transformar áreas degradadas em sistemas produtivos e resilientes.
Em parceria com a Agrobio, o evento, em Alvorada do Norte, reuniu cerca de 200 participantes, entre agricultores familiares, técnicos e lideranças regionais, para celebrar a restauração do Cerrado por meio da implementação de Sistemas Agroflorestais em toda a região.
Por meio da implantação de Sistemas Agroflorestais (SAFs), o projeto busca fortalecer a agricultura familiar e valorizar a biodiversidade nativa, garantindo que o solo volte a ser uma “esponja” capaz de produzir água e alimento de qualidade.
A programação, que se estende por diversos municípios do Nordeste goiano — incluindo Cavalcante, Posse, Teresina de Goiás, Mambaí, Monte Alegre e outros — integra o Projeto Agroflorestal para Segurança Hídrica e Alimentar da Saneago.
O diferencial desta edição foi a abordagem das Gerências de Apoio e Conservação de Mananciais e Educação Ambiental, que levou para o campo a oficina “Mato que se come, Água que se planta”. A atividade foca na valorização das Plantas Alimentícias Não Convencionais (Pancs) e na consciência de que a preservação do Cerrado é o que garante a continuidade do abastecimento nas áreas urbanas.
“O objetivo é conectar o suor do trabalhador do campo com o gesto de quem abre a torneira na capital. Sem agrofloresta no campo, não há água na cidade”, destaca o biólogo Rafael Paiva, da equipe de Educação Ambiental da Saneago.
Fonte:Agência Goiana de Notícias
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