Renato Aragão relembrou o dia em que subiu em um dos braços e beijou a mão da estátua do Cristo Redentor, no Rio de Janeiro, em entrevista ao Jornal Nacional em ocasião dos 60 anos da TV Globo.
O humorista, conhecido por seu trabalho com o grupo Os Trapalhões, se emocionou ao rever as imagens e explicou o porquê de ter feito o que fez: “Consegui chegar no Rio de Janeiro, fazer sucesso na vida. Daí eu agradecia, mas eu queria simbolicamente estar lá agradecendo a imagem de Deus.”
Questionado sobre como resumiria o momento em uma frase, disse: “Obrigado, meu bom Deus. Essa fé não vai acabar nunca. Nem depois que eu for.”
Por que Renato Aragão subiu no Cristo Redentor
O eterno ‘Didi Mocó’ chamou atenção ao ‘escalar’ um dos braços do Cristo Redentor em 28 de julho de 1991, em ocasião dos 25 anos do grupo Os Trapalhões, no Criança.
Em depoimento ao projeto Memória Globo, há alguns anos, Renato Aragão já havia abordado o tema, negando que o tivesse feito por exibicionismo. “Eu queria ir lá à noite, escondido, com uma lanterna. Mas disse: ‘Isso é infantilidade, idiotice’. Tenho que prestar contas ao Ibama, à Cúria, à Igreja. Não pode ir assim.”
O comediante também destacou que chegou a beijar os pés do Cristo Redentor durante as gravações do filme Os Trapalhões e o Mágico de Oróz, mas fazia questão de fazer o mesmo nas mãos da estátua.
“Foi difícil conseguir. A nossa chantagem foi que era um programa em benefício das crianças [Criança Esperança]”, relembrou, sobre as autorizações.
Por:Estadão Conteúdo
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