Tapia se coloca à disposição para jogar em várias posições no São Paulo e elogia a torcida


Feliz e aliviado com a vitória no clássico diante do Corinthians, sábado à noite, por 2 a 0, no MorumBis, que deu um respiro na tabela do Brasileirão, o São Paulo começou a segunda-feira com treino descontraído e apresentação oficial do atacante chileno Gonzalo Tapia, sonho antigo da diretoria e avalizado pelo técnico Hernán Crespo.

O novo atacante no clube, com contrato de empréstimo do River Plate por um ano, recebeu a camisa 14 das mãos do presidente Julio Casares, a mesma já utilizada nos minutos finais diante do Corinthians, e se definiu como um curinga ofensivo, se colocando à disposição para todas as posições de ataque. Aproveitou para elogiar a nova torcida e o clube.

“Mais um dia especial, que marca a apresentação de um grande atleta, que a gente estava monitorando há muito tempo. E com a mudança da comissão técnica, Crespo também nos trouxe o nome do Gonzalo, com muito determinação e objetividade. Então para nós é muita alegria e satisfação. Espero, Tapia, que você seja muito feliz nesse clube que tem alma, disputas, conquistas. Trazê-lo para cá é um motivo de satisfação da instituição”, disse Casares.

O jogador vestiu a camisa com o número que já utiliza na seleção chilena e foi logo mandando a real ao ser questionado se poderia jogar de ala no esquema de Crespo. “A verdade é que é um esquema que conheço muito bem (3-5-2) e posso jogar como ponta, de centroavante… Não tenho posição fixa, posso jogar em todas as posições de ataque e onde o treinador achar melhor”, disse Tapia.

O chileno de 23 anos revelou ter recebido orientações da nova casa de Galoppo, ex-São Paulo e com quem atuava no River Plate. Para ‘ganhar’ logo a confiança das arquibancadas, chegou com elogios à instituição e seus torcedores. “É um clube enorme, o maior do Brasil, o mais conhecido da América do Sul e seu nome já diz tudo”, frisou, revelando como se sentiu no MorumBis, no sábado.

“Foi impressionante. O ambiente criado pelo clássico, a torcida que empurra, o movimento que gera, em todo o estádio, é imponente e te dá uma energia extra para querer jogar”, afirmou. “Com todo o estádio ajudando você entra com uma motivação máxima, uma energia a mais. E creio que não será só em clássicos, mas vai ser assim em todo ano e isso é maravilhoso.”



Por: Estadão Conteúdo

Estadão

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