O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta segunda-feira, 6, que o Hamas “está concordando com coisas muito importantes” do plano de paz proposto por Washington para encerrar a guerra em Gaza. “Temos praticamente todas as nações trabalhando neste acordo e tentando concluí-lo. É um acordo em que, incrivelmente, todos se uniram”, declarou.
Trump ressaltou, porém, que há “linhas vermelhas” que não pretende cruzar. “Se certas condições não forem cumpridas, eu não farei o acordo”, advertiu o republicano.
Ele também negou ter pedido ao primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, que parasse de criticar o plano de libertação de reféns, dizendo: “Eu não disse a Netanyahu para deixar de ser negativo sobre o acordo dos reféns”.
Em outro momento, o presidente comentou a paralisação parcial do governo americano, afirmando que “as negociações com os democratas sobre os planos de saúde estão em andamento”.
Trump também voltou a justificar o envio da Guarda Nacional a cidades americanas, dizendo que a medida começou por Washington, agora “a cidade mais segura dos EUA”.
Questionado sobre as condições para invocar o Insurrection Act, que autoriza o uso das Forças Armadas em território nacional, afirmou: “Se pessoas estivessem sendo mortas e os tribunais ou autoridades locais nos impedissem, eu agiria.”
Por: Estadão Conteúdo
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